Para quem chega ao Viajante Aleatório em busca de dicas sobre Lisboa, o New York Times trouxe uma matéria super elogiativa aos encantos da efervescente capital portuguesa. Uma das coisas que eles chamam a atenção – e a qual eu não conheço – é da Fábrica Braço de Prata. Trata-se de um lugar que nos anos da ditadura portuguesa era responsável pela fabricação de armas e, hoje em dia, renasceu como um dos lugares mais cools da cidade no formato de centro cultural. O lugar recebe o que há de mais moderno da região nas áreas de dança, música erudita, contemporanea, grafitte, teatro, literatura e todas as expressões artísticas que você possa imaginar.
Parece que fica um pouco distante do centro mas pelo burburinho que tenho lido e ouvido e falar sobre o local é um must see. “Quando a metamorfose estava concluída, só restava uma dúvida: será que os lisboetas se disporiam a ir até a periferia da cidade para visitar um velho espaço industrial com uma história sinistra e uma política de programação eclética, que mistura música eletrônica, conferências filosóficas e free jazz? “, pergunta o jornalão americano.
E a resposta é sim, está todo mundo conferindo o lugar.
Outro aspecto cool da reportagem são as dezenas de novas galerias de arte que têm surgido na capital lisboeta. Organizados pela Associação Portuguesa de Galerias de Arte, o movimento Lisboarte reúne galeristas da cidade que programam exposições conjuntas e recebem grupos,percorrendo o circuito em ônibus. “As visitas acontecem cerca de seis vezes por ano, e são essenciais em uma cidade na qual o cenário artístico está se expandindo mas não existe um centro geográfico que concentre as galerias”, diz a matéria americana. As “excursões” do meio do ano rolam de 21 de junho a 31 de julho.




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