O melhor do melhor

5 06 2009

A revista de viagem do site de relacionamento mais exclusivo da internet -o ASMALLWORLD - selecionou alguns dos principais hotspots noturnos do mundo com a juda dos usuários. Divididos em categorias como os chiques e clássicos, os hypes, os pretensiosos e os melhores para dançar, tem rótulo para todos os gostos e quase todos os países. Os hotspots brasileiros foram ignorados mas a seleção já dá uma boa dica para quem gosta de viajar, ver e ser visto nos melhores lugares ao redor do mundo.

Vamos começar com a seleção dos clássicos e chiques, na visão dos ASWers.

doheny1. The Doheny, Los Angeles, CA
Um clubinho só para membros, penetras bons de bico (chegar cedo e muito bem vestido é sempre uma boa tática), estrelas do mundo da arte e, porque não, aliás estamos em Los Angeles, celebridades célebres de verdade. The Doheny é um oásis para fugir do padrão Hollywood da cidade. Famoso por seus coquetéis impecáveis e suas regras engraçadinhas – no starlets e no cellphones, por exemplo - se transformou no lugar para se ir se você e alguém na noite além de um mero ex-BBB.

bar_marmount_hollywood_02. O Lobby Bar do Hotel Chateau Marmont, Los Angeles, CA
Construído em 1927, esse hotel de arquitetura de inspiração espanhola já hospedou quase todas as celebridades surgidas desde então. A decoração mudou muito pouco desde então o que confere um charme congelado no tempo para quem quer tomar um drinque em meio à atmosfera glamurosa dos anos 30, 40 e por aí vai. 

rosebar

3. The Rose Bar do Gramercy Park Hotel, NYC - Julian Schnabel e Ian Schrager, os nomes por trás do bar pensaram em um ambiente de ares masculinos, bastante suntuoso, dark e trés chic. Se você estiver na lista do mocinho na porta você tem o direito de entrar no céu do Rose Bar. Céu, na verdade, não seria a melhor palavra para descrever o lounge cavernoso, com mesa de sinucas, candelabros e garçons elegantemente vestidos – all in black – por Narciso Rodrigues. Se não o céu, o paraíso para jovens, milionários e, porque nao, novos falidos?

54384. Hemingway Bar at the Ritz Hotel, Paris, France
Provavelmente o mais famoso bar de hotel do mundo. Entretanto, ao contrário dos outros aí de cima, o Ritz está aberto para qualquer um disposto a pagar 27 euros por um coquetel.

lobby-bar5. The Lobby Bar at the Bowery Hotel, New York, NY
A parede de madeira preta impressiona logo de cara, mas a decoração que mistura moveis antigos, com aspectos de castelos medievais, tapetes persas e casa de campo inglesa é, desde que abriu, um must go. Confortável, sem muita pose e nunca muito cheio é um dos meus lugares favoritos para um drinque antes da noitada em si.

16581775_moscow_deniss6. Simachev Bar, Moscow, Russia
Criado pelo abilolado fashion designer russoDennis Simachev’, o bar já seria um hotspot por estar 24 horas aberto por dia e sua localização embaixo da loja de Simachev em si. É o bar mais falado da cidade. A decoração é bem doidinha, com assentos ejetores de aviões, containers e pias que viram mesas e atrai a turma ecletica e cool da cidade.

 vday7 -Bemelman’s Bar do Carlyle Hotel, New York, NY
Famoso por mais de 50 anos atrai pelo seu charme antiguinho, luz baixa, cadeiras de couro e Woody Allen uma vez por semana ao piano.

mahiki8. Mahiki, London, England
Favorito dos Príncipes William e Harry. Algo mais bem frequantao que isso poderia ter em Londres? A decoração é tropical e os preços nas alturas.





Berlim que me aguarde

19 07 2008

Por Ricardo Cohen Fróes

Portão de Bradenburg, o cartão postal mais famoso de Berlim

Portão de Bradenburg, o cartão postal mais famoso de Berlim

Bom, nunca fui à Berlim, mas quando não conheço a cidade que estou prestes a visitar – viajo no mês que vem – estudo tanto antes que, quando chego, a sensação de déjá vu é quase inevitável. Tenho certeza que não será diferente quando deixar as malas no hotel -na Alexanderplatz -  e colocar o All Star nas ruas, e claro, nos clubs e bares da cidade.

Quando escuto falar de Berlim são duas as imagens que vêm à minha  cabeça: as boates louquíssimas e o muro que não existe mais. Ou melhor, até existe fisicamente, mas é tanta função para achar um pedaço daquele símbolo de uma época que ninguém mais tem saudades, que é melhor deixar tudo aquilo no passado.

O início dos meus estudos aleatórios sobre Berlim se deu com 2 guias. O primeiro, o  da Wallpaper, chiquérrimo, com lugares claussdos, mas exclusivo demais para o meu bolso e acredito que para o da maioria. O segundo, foi a revista MAG (que trouxe uma edição inteira sob o título SEJA BERLIN). É uma revista basicamente de moda, mas que também trouxe inúmeras dicas de como se misturar aos berlinenses em lugares descolados, clássicos e fashionistas. Aproveitei também para acionar alguns contatos via Asmallworld (uma rede de relacionamentos que chamo carinhosamente de orkut europeu), onde fiz vários amigos (eles são mega simpáticos, prestativos) que me falaram sobre os it lugares da cidade. Bom, com o celular de três amigos tipicamente alemães decidi por conhecer 3 clubes e 2 museus. E as dicas são quentíssimas, especialmente no verão. 

Club Tausend, com a pista bombando

Club Tausend, com a pista bombando

 

TAUSEND- Schiffbauer Damm, 11 (Corner to Albrechtstr.) Não tem letreiro na porta, como todo lugar “cool” que se preze. No aSW diz que é “o it bar” da temporada, a Wallpaper diz o mesmo, os amigos alemães the same, a Dwell, que fala de decoração, fala a mesma coisa. Enfim, quem sou eu para duvidar, né? Dizem que é difícil entrar, mas que uma vez lá dentro… Só o céu e o chão são os limites. É o lugar para onde os bem-nascidos vão para se jogar com força.

A pista do Watergate

A pista do Watergate

 WATERGATE - Falckensteinstr, 49 (Spree river). Dizem que é o melhor club da cidade, onde os melhores Djs do mundo costumam fazer suas gigs noite a dentro. Mas também comentam que para um homem entrar sozinho é praticamente impossível. Se você está viajando alone, ou em companhia de outros machos, é bom agenciar uma mulherzinha na fila para poder ultrapassar a difícil barreira da porta. Caso contrário, será barrado, certamente. Mas lá dentro as coisas funcionam exatamente como a gente espera de um club em Berlim. Pista lotada até meio dia, sem dramas ou carões.

O terracinho do club Weekend, com o sol já marcando presença. A noite em Berlim nunca acaba antes do meio-dia

O terracinho do club Weekend, com o sol já marcando presença. A noite em Berlim nunca acaba antes do meio-dia

WEEKEND – Alexanderplatz, 5. Esse club fica localizado no 12º andar de um super prédio da cidade, o Haus Des Reisens. Como nada por lá termina antes do sol raiar, a boa é pegar um bom lugar nas paredes de vidro quando o sol estiver para nascer e observar a linda vista da cidade que se tem lá de cima. E o que é melhor? Fica ao lado do meu hotel.

Museus:

PERGAMON  – Fica na região chamada de Ilha dos Museus e sua estrutura externa foi contruída para lembrar o altar de Pérgamo. É lindo, lindo. Lá dentro, as obras estão divididas em três partes centrais: a coleção de arte da antiguidade clássica – onde fica o altar de Pérgamo em si, as portas do Mercado de Mileto, além de dezenas outras obras de arte gregas e romanas. A parte de arte do Oriente Médio e o museu de Arte Islâmica.

O Museu Judaico

O Museu Judaico

 

JEWISH MUSEUM – Projetado pelo top arquiteto, Daniel Libeskind). A idéia do museu é levar o visitante a um passeio pelos quase 2 mil anos de história dos judeus alemães mostrando as quase sempre difíceis convivências entre judeus e não-judeus na região. São 14 áreas divididos pelo prédio central e a novidade do museu é o maravilhos jardim de vidro, inaugurado no ano passado com a assinatura de Libeskind.





São Paulo por uma insider

4 07 2008
Bar Exquisito

Bar Exquisito

Não escondo de ninguém o quanto pago-pau para a editora de moda Erika Palomino. Foi ela quem me deu a primeira oportunidade como jornalista em um grande veículo – seu bombado site e a Folha de São Paulo. Hoje, passeando pelo site-querido, na seção pergunta para a Erika, vi que alguém perguntou como fugir da dobradinha batida RitZ/Spot da capital paulistana. E a resposta à pergunta típica de um viajante aleatório foi devidamente copiada do site e será colada aqui abaixo. Porque se tem alguém que entende do que é cool ou do que ainda vai ser cool, esse alguém é a diva-loura.

“ O Paris 6, da Haddock Lobo (número 1240), para um fim de noite. O Le Vin da praça Vilaboim e da Tietê (Al Tietê 184). O Ici de Higienópolis (Rua Pará, 36). O Bar da Dida (R. Doutor Melo Alves, 98 – Jardins ), o Bar do Museu (Av. Ipiranga, 324 – MAM), os bares da região da Augusta na região do centro, tipo Geni (R. Bela Cintra, 539), Exquisito (R. Bela Cintra 532) e Leblon (R. Bela Cintra 489) . Tem muita gente indo ao bar Elvis, aqui na Vila. Gosto do São Cristóvão (No número 533 da Aspicuelta) e de quase todos na Aspicuelta, incluindo um restaurantezinho que só abre pra almoço, nessa rua, mas que nunca lembro o nome, é um de esquina, na frente de uma loja de decoração. Arrasa!”





Santiago é uma beleza

13 06 2008

Meu irmão pediu, eu obedeço. Ele está indo para o Chile e quer saber o que rola de bom no eixo estação de esqui-Santiago.

A temporada de esqui está para começar no nosso vizinho Chile e, portanto, hora de falarmos sobre o tema. Bariloche? Só se você for marinheiro de primeira viagem. Nos arredores de Santiago são quatro os principais centros para a prática do esporte sobre a neve. Os mais famosos e sofisticados – caros, portanto – são Valle Nevado e Portillo.

Ski Portillo fica a cerca de 150 Km de Santiago, no caminho para Mendoza e de tão boa qualidade de suas instalações é o único lugar da América do Sul que já recebeu o Campeonato Mundial de esqui. Foi lá, inclusive, que foi batido o record mundial de velocidade. Valle Nevado é o dos ricos e famosos. Localizado a 44KM de Santiago e inaugurado em 1988 o conglomerado é super exclusivo e se restringe a três hotéis – de 5, 4 e três estrelas – com capacidade para abrigar 800 pessoas por vez. O suficiente para não causar grandes engarrafamentos nas pistas.

Nas redondezas também se encontra a pista com a neve de melhor qualidade da América do Sul, em El Colorado. Famoso por suas opções seguras para todas as práticas esportivas sobre a nove e a poucos quilômetros de Santiago, El Colorado vem se transformado em parada certa de quem procura por um clima familiar e diversão diurna em terras chilenas.

Entre o Valle Nevado e El Colorado, fica La Parva. a pouco mais de 50Km de Santiago com 800 hectares de área, 20 pistas e 14 teleféricos é garantia de conforto e tranquilidade para esquiar.

Indo para o Sul do país, a principal estação é Pucón, localizada aos pés do vulcão Villarica e em frente ao lago de mesmo nome. Portanto, se você quer um visual de tirar o fôlego, Pucón é a pedida. O melhor de tudo é que além de poder esquiar, o complexo te oferece visitas ao vulcão, rafting e caminhadas em direção às piscinas de água termal e cachoeiras. Excelente, não?

Outra boa opção é Termas de Chillán que permanece aberta durante todo o ano. Como estação de esqui no inverno e spa resort no verão. É lá também que fica localizada a Las Três Marias, pista mais longa da América do Sul.

Mas qualquer viagem em busca da neve chilena deve reservar ao menos dois, três dias para desvendar o segredo dos chilenos em sua capital, Santiago. Organizadíssima, limpíssima e educadíssima, Santiago é um exemplo para nós latinos tão barulhentos e jogadores de lixo em locais públicos. Tudo funciona como deveria funcionar. Tirando a poluição do ar, claro, que por conta das Cordilheiras não consegue se dissipar e fica por ali, pairando sobre as cabeças chilenas.

Santiago, turisticamente, é facílima de conhecer. Tudo pode ser percorrido à pé ou, no máximo, pelo seu belo sistema de transporte coletivo. São quatro linhas de metrô que cobrem os principais pontos da cidade. Com 6 milhões de habitantes, Santiago, sozinha, é responsável por ser a casa de 36% da população chilena, não é uma loucura? De acordo com o Wikipedia: “Com aproximadamente duas décadas de crescimento ininterrupto, Santiago se tornou uma das mais modernas áreas metropolitanas da América Latina, com um extenso desenvolvimento suburbano, dezenas de shopping’s e uma impressionante arquitetura moderna (futurista)”, portanto, em Santiago a graça é observar a história e o futuro, juntos.

A melhor coisa para se fazer em Santiago é caminhar e se deixar surpreender pelo que o cidade pode lhe proporcionar. Que tal começar pelo Palacio de La Moneda, assistir a troca da guarda e depois visitar no subsolo o Centro Cultural? O Palácio, que é sede do Governo Nacional, está para os chilenos como Brasília está para nós e o Museu recém-inaugurado em seu subterrâneo é um must-see para entender melhor a essência do país e admirar belas artes de pintores latinos.

Depois, uma boa opção é almoçar no Mercado Central, onde restaurantes de frutos do mar são a tônica com todos os ingredientes bem frescos e bem cuidados. O prédio, por si só, já valeria a visita. Construído com inspiração art-nouveau, data de 1800 e inicialmente seria ocupado por uma estação de trem. Um charme. Por falar em prédio charmoso, o prédio do Teatro Municipal também é imperdível. Sabe quem deu pitacos no desenho? Charles Garnier, o mesmo criador da ópera Parisiense.

Outro must see é o parque Cerro Santa Lucia. O parque é famoso por ficar encravado sobre uma formação rochosa que se eleva a 70m de altura. Lá do alto você tem uma vista linda da cidade. Ótimo para fotos. Ali nas redondezas ficam ótimos museus, como o HIstórico Nacional e o de Arte Pré-Colombiana. É só descer na estação Universida de Chile, Linha 1, Vermelha e caminhar.

Depois, parta para o bairro de BellaVista, onde fica o complexo gastronômico BordeRio, com dezenas de opções incriveis para um bom jantar ou um revigorante almoço. Por lá também fica a casa onde morou o escritor Pablo Neruda. Para quem gosta de literatura, há um museu com artigos pessoais de Neruda. É bem tocante.

Outra boa opção para um jantar mais bem servido e com mais tempo é o novo restaurante Mestizo, que fica na Av. Bicentenario, 4050. O lugar é encantador, com vista para o parque bicentenário, no meio de árvores, quase um recanto dentro de Santiago. Nos fundos há um laguinho com cisnes negros, que tal?. A comida é excelente mas o serviço deixa um pouco a desejar. Lento e confuso, mas nada que vá arruinar sua paciência aleatória.

Outro restaurante cool de Santiago é o Amorio, que fica na Rua Constituicon, 181, no bairro da Providência. De paredes de tijolo aparente e bastante elegância é um lugar para se comer com prazer. Ótimo tanto para um drink, no lounge do segundo andar, quanto para um jantar mais impressionante. Ótimo também para ver e ser visto, pois o povo mais cool da cidade não perde um bom papo em suas mesas. Por ali também fica o Bar Liguria, que funciona em dois endereços: Luis Thayer Ojeda 019  Av. Providencia 1373. Recomendado para quem quer beber bem, comer se der fome e se divertir bastante com os locais. Aberto até as 2 da manhã durante a semana e até as 5 no fim de semana. Fecha aos domingos, como tudo em Santiago.  Para uma coisa mais chiquezinha, tente o Bar Yellow, General Flores 47.

Bellavista, é onde os points de Santiago têm mais tradição. Tipo o baixo Leblon de lá, onde todo mundo sabe que vai se encontrar.  Santo Remedio, Roman Díaz 152, é onde você vai encontrar uma das melhores atmosferas da cidade e é um dos únicos, se não o único, bar aberto aos domingos. Na verdade, o que a gente chama de bar em Santiago não funciona muito. O que se vê por lá são casas que funcionam como restaurantes durante o dia e bares durante a noite, raras vezes você vai encontrar um balcão clássico. Mas é assim que eles se divertem, o que impossibilita um pouco a interação. Mas vale para observar e, porque não, puxar um papinho? Para uma jogação mesmo, em boates e afins, a boa é o La Feria, Constitución 275, instalado num teatro antigo, se você não gostar da música, pelo menos conheceu o teatro, que é uma graça. Outra boa opção é o Galpón 9, também conhecido como La casa Pub onde rolam umas apresentações de bandas locais, pista de dança e bar em si. Ali por perto fica a Biarro Suécia, e assim, por mais que tentem te fazer acreditar que é um bom lugar para se ir, não perca seu tempo. É meio perigoso à noite, para começar, e por ali você só vai encontrar arruaceiros, bêbados, loucos para arrumar confusão. Evite fortemente.

Outro lugar excelente para se perder umas boas horas bebendo e caminhando é a região de Lastarria. Por ali fica o Mavi, Museu de Artes VIsuais e a Plaza Mulato Gil, onde rola uma feira de antiguidades todo fim do dia. Ótimo escolher um dos cafés ou restaurantes das redondezas e ficar observando a vida passar. Tente o Café Abarzua, na Merced 337, ou o Café Bohemia, na Rosal 386. O dono deste último é um brasileiro, chamado Bento, ótimo de papo. Para algo mais etílico, tente o Berri Bar, na Rosal 321. O dono, um ex-antiquário, decorou no melhor estilo antiguinho e a frequencia é de jovens de 20 a 30 anos, o que dá um bom contraste de gerações.

Para uma noite mais animada, tente o Dominga, que tem um terraço bem charmoso. Por lá você pode janar, beber e ficar para dançar. Sempre rolam uns djs no terraço e a galera é bem jovem. Meio carinho, mas enfim, é a vida. Fica em Las Condes, uma área repleta de bons bares e clubs. Por ali fica um dos melhores restaurantes de comida asiática da cidade, o Akarana, na Reyes Lavalle 3310.

Para alta gastronomia, Astrid&Gaston é a solução. Cozinha inventiva de primeiríssima qualidade, pratos inenerráveis e ambiente super bem cuidado. Recomendadíssimo, muitos dizem que é o melhor restaurante de Santiago.

Enfim, você ainda pode tentar o bairro Bellas Artes, onde durante o dia você pode conferir o Museu de Belas Artes e à noite se jogar nos diversos pubs, bares e clubs da região em um clima mais bohemio, sem carão, sem afetação ou pose. Enfim, opção não falta na capital chilena e como é tudo bem fácil de se acessar a boa é pular de bar em bar, de club em club até achar algo que te faça feliz de verdade. Tenho certeza que não vai ser difícil.