Furando fila em restaurantes estrelados Parte I

19 05 2008

A revista do ASmallWorld, site de relacionamento de ricos e famosos, trouxe uma divertida matéria explicando as formas de se conseguir uma mesa de última hora naqueles restaurantes famosos por serem muito requisitados e exclusivos. Vou colocando em posts separados, para não ficar um post daqueles gigantes.

O primeiro da lista é o Le Comptoir at Hôtel Relais Saint-Germain, que fica no número 9, do Carrefour de l’Odéon. O restaurante do chef Yves Camdeborde é o lugar certo para comer bem – e muito – em um clima menos formal dos que imperam nos restaurantes estrelados por aí. Mas para sentar numa mesinha do Le Comptoir pode ser necessário esperar até um ano. A não ser que você seja bem amigo do chefe, terá de entrar nessa paranóia de reservar uma mesa de um restaurante com no mínimo seis meses de antecedência. E se der sorte, porque há quem já tenha esperado um ano.

Como cortar caminho:  Estar hospedado no hotel onde fica o Restaurante é uma mão na roda, pois os hóspedes quase nunca tem o pedido de uma mesa no Le Comptoir negado.  Outra opção é tentar ligar por volta de 7 da noite para checar se houve alguma desistência de última hora. Você também pode ficar numa fila que pode demorar longas e tediosas horas esperando por uma das mesas da área destinado aos sem reservas. Mas, prepare-se, vai ser uma longa noite.  Outra solução é dar um pulo para o almoço, onde o nível de formalidade cai e a acessibilidade aumenta.

Tel: +33 (0)1 44 22 07 97
Fax: +33 (0)1 46 33 45 30





Paris no arco-íris

19 05 2008

Por Ricardo Fróes

Que o Marais é o bairro gay de Paris todo mundo está careca de saber. Mas uma sugestão bacana que eu dou é começar o circuitão GLS pelo RAIDD BAR, na Rue du Temple. O lugar é imperdível, ou pelo menos, inusitado, diferente de tudo que a maioria está acostumada a ver por aí na noite. Ao invés de go-go boys, o local dispõe de homens lindos (leia-se Leste europeu) dentro de vitrines tomando banho. O que para muitos seria uma baixaria pura, por ali termina em diversão. Puro entretenimento. O som é incrível, com uma variedade de ambientes e djs. Os franceses lidam muito bem com a nudez o que possibilita essa não-vulgarização da situação. Sempre lotado, o Raidd serve de esquenta para antes da balada, aliás de lá, a cambada segue para a Bain Douche ou o Le Cud, que fica ali ao lado.

Bom lembrar que a maioria das boates de Paris não cobra entrada. Mas o preço das bebidas é bem salgado. Uma cerveja, por exemplo, sai a 5 Euros. Já uma dose de vodka 10 Euros. Para terminar a noite da melhor maneira, encare um falafel nas padarias judaicas que ficam abertas 24 horas, já que o bairro concentra boa parte da comunidade judia.