A nova aérea

18 04 2008

A revista Exame desta semana traz uma matéria levantando a discussão sobre a nova companhia aérea “você-decide-o-nome-idiota”.  A questão não é a bizarrice dos selecionados no concurso a matéria trata dos planos da companhia de David Neeleman no Brasil que seriam idênticos aos da BRA:

Modelo convergente
Os planos da nova empresa de David Neeleman para o Brasil são idênticos aos da BRA
Rotas
Anova empresa prevê 300 rotas regionais fora dos grandes aeroportos, com pontos de partida nas mesmas cidades previstas pela BRA— Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Porto Alegre
Aviões
Assim como no plano da BRA, a nova empresa vai comprar aviões da Embraer com as mesmas especificações técnicas e o mesmo número de poltronas
Sócios
Um dos investidores é o fundo de investimento Gávea, de Arminio Fraga, o mesmo que tentou fazer a BRA decolar. Os demais são George Soros e Julio Bozano

 (Box retirado do site da Revista Exame)





Brasil em revista

18 04 2008

Ben Elliot, o empresário dono do Quitessentially – um clubinho esnobe de ricos, bem nascidos e/ou bem relacionados, no qual os sócios acessam o que há de mais exclusivo pelos quatro cantos do mundo em um serviço que lembra uma espécie de concierge global – escolheu o Txai Resort, em Itacaré, como um dos 10 lugares indispensáveis no mundo. A sugestão foi dada na revista online do The New York Times, o blog da T Magazine.

Já na revista L’Officiel francesa, quem cita uma praia brasileira em sua lista de top 10 é o herdeiro da Fiat, o italiano Lapo Elkann. A sugestão do rapaz é a Pousada Maravilha, em Fernando de Noronha.





Paris – Dia 04

18 04 2008

Depois de uma noite otimamente dormida estava revigorado e pronto para fazer o que mais gosto em Paris: andar. Tomei meu café – que custa 11 Euros no hotel novo e vale cada centavo. Um zilhão de sucos, quejos, salada de furta, chocolate quente, croissants e baguetes quentinhos da Erick Kayser Boulangerie – a “padaria” mais sensacional de Paris, no fim do dia a fila por uma baguete dobra o quarteirão, de verdade, não é hipérbole. A quem interessar possa, há lojas espalhadas por toda a cidade, a do Quartier Latin, a tal onde o hotel compra os pães do café, fica no número 8 da Rue Monge. É imperdível.

Depois de comer a vida, hora de tomar o rumo da rua. Atravessei a ponte de L’Archivache, uma das que ligam o quartier latin à Ile de la Cité, cruzei por trás da Notre Dame, que fica ainda mais linda com o sol da manhã cruzei para a direita a Pont de St Louis e fique entrecortando as ruelas da Ilê de St Louis. Havia morado por três em Paris e nunca pisado naquela ilhota. Fiquei uma meia hora por ali, observando o vai e vem de turistas e franceses.

Em seguida, o Louvre. Mais especificamente o Museu de Artes Decorativas onde está em cartaz uma exposição sobre os objetos de Napoleão. Muito bacana, pequenininha a mostra, mas bem significativa. O mais incrível é perceber o quanto o Grande era minúsculo. A suas camas, cadeiras, tronos, roupas, tudo era tão pequeno que pareciam de brinquedo. A sala do trono, com um um trabalho sensacional de tapeceria é imperdível. No segundo e no terceiro andar do Museu, os apaixonados por moda não têm do que reclamar: mais de 200 peças peças de todas as épocas assinadas pelos principais designers de todos os tempos dipostas organizadas tematicamente. Começa com uma arara de peças em branco e termina em uma estonteante seleção de criações negras. Leia o resto deste post »