Paris – Dia 03

16 04 2008

Jardins do Musée de la Mode

Dia de trocar de hotel começa com uma arrumação. 9 horas da manhã, já havia empacotado as coisas, tomado café e pronto para começar a maratona turística. Deixei a mala na recepção, fiz o meu check-out e segui para os jardins do Trocadéro – o melhor lugar para observar e fotografar a Torre Eiffel – para dar uma olhadinha no cartão postal mais famoso da cidade. Ela estava lá, do mesmo jeito e com a mesma beleza vista da última vez.

Em seguida, atravessei a Ponte de L’alma, que fica ao lado do túnel onde a princesa Diana morreu em um acidente de carro. Conferi as mensagens deixadas no muro do túnel – a prefeitura da cidade apaga periodicamente – e subi a Avenida Presidente Wilson em direção ao Musée de la Mode et du Costume. No caminho dei uma paradinha na feira livre que funciona por ali às quartas-feiras, no canteiro central, comprei umas nectarinas e me sentei no jardim do museu e improvisei um piquenique num dos bancos gelados do lugar. Depois de alimentado, era hora de subir as escadas do museu e alcançar a recepção. Com a montagem da próxima exposição individual em andamento, o museu estava fechado, já que ele nao tem acervo permanente. Hora de colocar o plano B em ação.

Ali em frente, fica uma das minhas galerias favoritas em Paris: o Museu de Arte Moderna, mais conhecido como Palais Tokyo. Recomendo, antes de entrar, uma descida até o terraço do café, sentar-se ao ar -frio – livre e observar uma das vistas mais lindas da cidade com a torre a menos de 500  metros de você, emolduradas por árvores e com o rio Sena ao seus pés. No topo do Palais Tokyo uma cápsula verde chama a atenção. Trata-se de uma criação dos artistas Sabina Lang e Daniel Baumann que propuseram uma nova modalidade de arte interativa. A quem interessar possa, até o dia 31 de dezembro deste ano, a cápsula funciona como uma suíte de hotel, exclusivíssima com a melhor vista da cidade que alguém pode ter. A obra chama Hotel Everland e está catalogado como um quatro estrelas. As diárias começam em 338 Euros e as reservas só para daqui a dois meses. É uma daquelas curiosidades da vida que a gente acha que só vai conhecer de ouvir falar.

Capsula-hotel no Palais Tokyo

Enfim, dentro do Palais duas exposições temporárias estão em cartaz. Uma do coletivo Gelitin, que espalhou imagens de coco pelas paredes, desconstruíram a exposição e trabalharam brilhantemente colagens em fotos e quadros. É tudo bem anárquico e maluco. A outra é a do artista alemão A.R.Penck. Esta mais contida e politicamente engajada.

Hora de voltar aos arredores do Luxemburgo para recuperar minha mala e almoçar. Antes, já nas redondezas, um pulo na loja Clef des Marques, no número 136 do Boulevard Raspail onde você pode encontrar – se fuçar muito – ótimas peças por preços melhores ainda. Arrematei um colete Paul Smith e uma camisa de manga longa Helmut Lang por 35 euros. As duas.

O almoço foi no restaurante italiano La Mamma, ali do lado, no número 46 da Rue Vavin. O ambiente é bem cantina no Bixiga paulistano, frequentada exclusivamente por parisenses da redondeza do bairro considerado pelo Le Nouvel Observateur o m² mais caro da cidade. O preço das massas, ao contrário, passa ao largo da bolha especulativa imobiliária. Tomei uma taça de vinho da casa, comi uma lazanha deliciosa e a conta que me chegou foi de 15 Euros. Tudo perfeito: atendimento e comida. Sem luxos ou frescuras. Recomendo. Leia o resto deste post »





Enquanto isso, na China…

16 04 2008

O jornal chinês Beijing News de hoje publicou um artigo recomendando aos chineses evitarem viajar ao Brasil por conta da epidemia de dengue no país. Aos que se “aventurarem” a ordem é de se dirigir ao hospital mais próximo, ao menor sinal de sintomas parecidos com uma gripe normal.

Oi?





Saiu o resultado…

16 04 2008

da escolha dos 10 nomes finalistas da nova empresa aérea brasileira, comandada por David Neeleman. Abraço, Alegria, Azul, Brasileira, Céu, Mais, Nossa, Pátria, Samba e Viva foram os nomes selecionados e nos quais você pode votar para batizar a companhia sem nome.





Milão para os bonitos

16 04 2008

Por Paula Merlo

Milão é uma cidade como São Paulo. Os melhores programas são noitadas, bares, restôs e bebida. No verão, especialmente em agosto, a cidade praticamente fecha, bares e clubs, tudo entra de férias e quase nada abre. Por ser uma cidade pequena da pra fazer quase tudo a pé.

As melhores pizzas e calzones
SMERLADINO – É uma pizzaria clássica de Milão. Sofisticada, badalada e não dói no bolso. Não deixe de pedir de entrada a Pizza Bianca com ricotta, uma delícia.
Piazza XXV Aprile
tel. 39 02 65 95 815

Para ficar deslumbrado
BVLGARI HOTEL - Se ficar hospedado lá está fora de cogitação ao menos vá tomar um drink ou jantar. O hotel fica numa rua particular e tem um dos melhores restaurantes da cidade.
Via Privata Fratelli Gaba, 7
tel. 39 02 80 58 23 37

Paquerar milaneses gente como a gente
TRATTORIA TOSCANA – Esqueça os engomadinhos ou jogadores de futebol que vivem nos restôs da moda. Na Trattoria Toscana só se vê milanes de verdade, aqueles que chegam de Vespa. Para chegar até o restaurante/bar vc precisa passar pela cozinha do lugar…esquisito mas estratégico. É assim q vc começa a escolher seu prato. O happy hour é o melhor momento para arriscar algumas palavrinhas em italiano e conhecer gente bacana. Tá sempre lotado!
Corso di Porta Ticinese, 58
tel. 39 89 40 62 92

Estourando o cartão de crédito
10 CORSO COMO – Dar uma voltinha pela Montenapoleone pode deixar qualquer um louco. São hordas de japoneses, turistas de todos os lados e lojas lotadas. Se quiser encontrar o creme de la creme da moda dê uma passada na 10 Corso Como, uma multimarca chiquérrima que tem tudo de mais legal das melhores marcas. O café, charmosérrimo e a livraria de design books também são parada obrigatória. Leia o resto deste post »