Pulgas por quilo

31 03 2008

Hell’s Kitchen

Cansados da Quinta avenida? A Park e a Madison Avenue já não impressionam mais? E Williamsburgh já é last season? Sugiro, então, ao viajante aleatório passar a tarde nos flea markets de NY, uma vez que a primavera começa a dar as caras no Hemisfério Norte, todo mundo fica mais sociável e os programas outdoor ganham espaço em Manhattan e arredores.

Brownstoner’s Brooklyn Flea, Lafayette Avenue entre Clermont e Vanderbilt Avenues, Fort Greene, Brooklyn; (718) 935-1052. Todos os domingos, 10 a.m. as 5 p.m. Início em 06 de abril. Instalado em uma área de 40 mil m², que durante a semana funciona a Bishop Loughlin Memorial High School, o mercado das pulgas do Brooklyen é a melhor representação dos mercados populares. Lá você pode achar desde relógios de parede com cuco, passando por roupas, prataria e comida, muitas barracas de comida.

The Antiques Garage, 112 West 25th Street entre Sixth e Seventh Avenues. Todo sábado e domingo, de 6:30 a.m. de sábado as 5 p.m de domingo. Considerado pelo New York Times o melhor mercado de pulgas da cidade, não se preocupe se não der tempo de passar por lá durante o dia. Funciona madrugada a dentro. Para quem ama antiguidades, como fotos do século 19 até meados do século 20, memorabília política, roupas vintage e casacos de pele, este é o lugar.

Hell’s Kitchen Flea Market, West 39th Street entre Ninth e 10th Avenue; Sábados e domingos, do nascer ao pôr do sol. Dos mesmos organizadores do Antiques Garage, segue a mesma linha.

Antiques, Flea and Farmers’ Market, Public School 183, East 67th Street entre York e First Avenues. Sábados, de 6 a.m. as 6 p.m.

GreenFlea, funciona em dois endereços: na Public School 41, Greenwich Avenue com Charles Street, West Village. Sábados de 11 a.m. as 7 p.m. E na Intermediate School 44, Columbus Avenue entre West 76th e 77th Streets; Domingos de 10 a.m. as 6 p.m. Os dois Green Flea são menores que os anteriores citados, na realidade estão mais próximos aos mercadinhos de bairro, mas se não tiver nada pra fazer mesmo, porque não ir lá fuçar e se divertir com as bizarrices só encontradas nestes lugares?





Sem sol no Rio

31 03 2008

parquelage_tratada.jpgDomingo no Rio ou é praia ou… O que fazer quando o sol resolve fazer birra e deixar os    cariocas de molho? Comer, né? Para ir além do restaurante de bairro vamos listar o que  fazer na Cidade Maravilhosa em domingos nublados.

1) Se não estiver chovendo. o calçadão ainda é a melhor opção. Andar de Ipanema ao Leblon, sem pressa, é ótimo para se exercitar e vivenciar o dia-a-dia da cidade. Siga até o Arpoador ou ao Mirante do Leblon. Sente-se, tome uma água de coco e entenda porque apesar de tudo, da dengue, da violência, das favelas e dos mendigos nas ruas, o povo dessa cidade ainda ama viver aqui.

2) Ainda não tomou café? O Bibi Sucos no Leblon serve o melhor açaí da cidade. Peça uma porção de castanha do pará para acompanhar. Os sanduíches de queijo minas, salada e peito de peru são sensacionais. Se não quiser começar o dia pela beira da praia, siga direto para o Parque Lage, no Jardim Botânico e tome seu café da manhã no Café du Lage. O serviço é péssimo, mas a vista, o ambiente, a casa e os pãezinhos valem a espera. Outra opção bacana é a Escola do Pão, na Lagoa. Uma padaria sensacional escondida na General Garzon. Duzentas vezes melhor que o hypado Talho Capixaba que está sempre cheio, confuso e suja toda a calçada da Avenida Ataulfo de Paiva, sem dó nem piedade.

3) Depois de bem alimentado, parta para o Instituto Moreira Salles, na Gávea. Só a casa, que pertence ao clã Moreira Salles, do Unibanco e do cinema, projetada por Olavo Redig de Campos e jardins de Burle Marx, já vale a ida até o topo da Rua Marquês de São Vicente. Se já não bastasse, ainda tem exposição de fotos, um cinema lindo e uma biblioteca aberta ao público.

4)Desça de volta a Marquês de São Vicente até a praça Santos Dumont, onde rola todo domingo uma feira de antiguidades super charmosa.

5)Deu fome de novo? Braseiro da Gávea é a pedida do domingo. Se não der praia, vai estar lotado. Mas peça um chopp e fique batendo um papo enquanto espera sua mesa. Não deixa de experimentar, nem sob tortura, a linguiça que eles servem de entrada.

6) No Shopping da Gávea ali ao lado, uma sessão de cinema ou uma peça de teatro são ótimos programas pra finalizar o dia.

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Arte pelo mundo

29 03 2008

Você é do tipo que conhece o Louvre como se fosse sua casa de campo? Só viaja para conferir as exposições mais bacanas em cartaz nos principais museus do mundo? Então uma boa dica de blog é o SuperGiba, do jornalista Gilberto de Abreu, amante das artes plásticas e conhecedor que rola de mais bacana nos quatro cantos do mundo.

 Lá que fiquei sabendo que o Louvre foi eleito pelo tripsadvisor o museu mais importante do mundo, ficando o Museu do Vaticano em segundo lugar. Sinceramente? Sou mais a Tate Modern e o Metropolitan Museum. Sem desmerecer o Louvre, claro, que para mim é Hors Concours.





Segunda-mão

29 03 2008

Inspirado pela coluna das It Girls, que diz que roupa vintage nunca esteve tão up to date, resolvi indicar dois endereços de brechós que eu adoro em NY.

O primeiro é o Amarcord, que todo mundo conhece, pois já foi eleito centenas de vezes pelo Village Voice e pela New York Magazine como o melhor brechó da cidade. Tem Gucci, Pucci, Givenchy Dior, Chanel…. Finos que só eles, só trabalham com peças européias e tudo é muito bem organizado, limpo e as roupas são praticamente novas. E os preços acompanham as frescurinhas.

84 E. 7th Street
(Entre 1st Ave & 2nd Ave)
(212) 614-7133

O segundo, e o meu favorito em todo o planeta, é o Rags A GoGo, no West Village. É gigante, entulhado de coisas e a vendedora é uma figuraça. Dá em cima de todo mundo que entra: homens, mulheres, cachorros e papagaios. É o melhor lugar para roupas masculinas. Só de jaquetas da marca Members Only, febre das febres dos anos 80 nos EUA, são mais de 200, de todas as cores e tamanhos. Eu comprei uma bege que não sai do meu corpo nunca. Para as meninas o mais legal são as botas western. São incontáveis pares e a grande maioria em ótimo estado de conservação. O acervo de t-shirts também é imbatível.

218 W 14th Street
(Entre 7th Ave & 8th Ave)
(212) 254-4772





A Punk e a cúpula de vidro

29 03 2008

cartier.jpg

Nem só de Vivienne Westwood e Sex Pistols vive o movimento Punk. Patti Smith também é uma das principais representates do movimento londrino. Mas nem só de movimento Punk vive Patti Smith. Bem antes de virar diva da música ela ganhava a vida como artista plástica e fotógrafa.

É essa fase pré-loucurinhas que Patti Smith mostra na exposição retrospectiva apresentada na Fundação Cartier, em Paris. A mostra chama Land 250, nome da Polaroid que ela usou para registrar momentos de sua vida após a morte de seu marido em 1995. Essa é só uma parte das mais de 400 peças pensadas, criadas e fotografadas por Patti.

A Fundação Cartier fica no Boulevard Raspail, 261 e só o prédio, criado pelo arquiteto-estrela Jean Nouvel, já vale a visita. A expô Land 250 fica em cartaz até junho e algumas performances de Mrs Smith estão previstas. Na abertura ela recitou poemas de René Daumal.  





Você decide

28 03 2008

Quer voar de graça pelo resto da sua vida? Então coloca a cabeça pra funcionar e sugere um nome pro David Neeleman batizar a nova companhia aérea dele em terras, ou melhor, céus brasileiros.

Para quem não sabe – tem sempre alguém que não sabe – David é chairman da JetBlue, empresa aérea americana referência em vôos low-cost, que ele criou no ano de 2000. Neeleman é americano, mas nasceu no Brasil onde morou por sete anos o que o possibilitou a dupla cidadania.





O céu é o limite

28 03 2008

Adoro uma idiotice e não resisti ao teste da Viagem Astral. Você responde umas perguntas idiotas, seleciona seu signo e o site aponta o que seria uma viagem perfeita pra você. O resultado da minha:

Aonde ir: Suíça, Alemanha e países onde o trem chega às 7h48 mesmo.
O que levar: Além da mala impecável, uma farmacinha portátil e produtos para purificar a água.
Com quem ir :Taurinos ou capricornianos.
O que fazer: Passeios ao ar livre, caminhadas em itinerários previamente testados.
Onde ficar: Hotel com bom concierge.  

Resumindo: sou chato, fresco, previsível, hipocondríaco e mimado.





A loja no mundo

28 03 2008

american.jpg

A melhor marca de roupas para um viajante aleatório se abastecer sem peso na consciência? A americana American Apparel. Imagine uma camisa básica da Hering. Imaginou? Então tipo isso, em versão hype. A American Apparel só trabalha com o básico, o caimento é ótimo, são eco-chatos, se preocupam com a sustentabiliade – suas roupas são feitas de algodão orgânico, sem pesticidas -, mais de oitenta variações de cores de cada peça e uma programação visual das mais descoladas do mundo da moda, com gente comum posando e fazendo carão.

Os preços são ótimos e a qualidade indiscutível. Eles adoram dizer também que são politicamente corretos, com todos os produtos sendo fabricados nos EUA, sem exploração de mão-de-obra e longe dos semi-campos de concentração das fábricas asiáticas. Tudo é produzido em sua mega fábrica de 800 mil m², em LA. Fundada por Dov Charney em 1997, a American Apparel é hoje considerada a maior fabricante de roupas dos EUA  -sua capacidade é de produzir 1 milhão de peças por semana- e está presente em 18 países.

Portanto, acabaram as camisetas limpas na viagem? Cata uma loja da American Apparel no bairro e compra uma meia-dúzia de peças novas. Cabe até no orçamento do mochileiro.





Preparem os passaportes

28 03 2008

O New York Times e seu caderno de turismo lançaram mão de uma lista com os 53 lugares que um viajante aleatório deveria conhecer em 2008. Dentre eles, em 41º lugar, está Itacaré, na Bahia. Em primeiro lugar figura o exotismo do Laos e em segundo nossa cidade-mãe Lisboa. Por mim, Lisboa viria em primeiro. Estive por lá em 2006 e fiquei fascinado com a luz e a pulsação da cidade que um dia já foi uma das principais metrópoles mundiais.

Minha lista é mais contida, cito cinco lugares que ficaria feliz em conhecer em 2008:

  • 1- Praga
  • 2- Cidade do Cabo
  • 3- Budapeste
  • 4-Moscou
  • 5- Florianópolis




Hotéis de Paris para bolsos brasileiros

28 03 2008

Estou indo a Paris na próxima semana e passei noites em claro tentando bookar um hotel que correspondesse ao que eu esperava de uma semana cool em Paris e ao meu orçamento, não tão cool. Meu budget era de 120 Euros por dia e achar um hotel charmoso, sem colchas florais combinando com cortinas florais e quadros florais na parede, por menos de 200 Euros, é tarefa das mais ingratas. Quando encontra, voilá: “Estamos completos, senhor”

Depois de rodar por TODOS os sites de reserva do planeta Terra, selecionei três hotéis que reuniam alguns requisitos básicos: cabiam no meu orçamento, resenhas elogiosas no currículo, decoração não tão Miami e boa localização.

1- Little Palace – Achei por conta de uma matéria sobre hotéis não tão caros em Paris, publicada no New York Times. Mas desisti quando li alguns comentários de clientes que reclamavam de uma praça em frente, onde moravam alguns homeless. Os sem-teto parisienses costumam ser bastante agressivos quando querem. Mas excetuando isso, que na verdade nem sei se procede, o hotel parece ser excelente, com decoração tipo hotel-butique, reproduções do pintor Gustavo Klimt pelas paredes e diárias entre 130 e 200 Euros.  http://www.littlepalacehotel.com/

2 – Hotel Mayet – Na verdade era nesse que eu queria ficar desde o início, mas como demorei um tempinho para resolver, quando, enfim, retornei ao site as tarifas mais baratas estavam esgotadas. Moderno, cores alegres, quarto com decoração clean, atmosfera jovial e até grafite de artista badalado francês na recepção o espaço tem. As diárias começam em 95 Euros. http://www.mayet.com

3 – Agora Saint Germain – A localização é o que conta neste hotel. Entre o Panthéon e a Île Saint-Louis, no meio do burburinho do Quartier Latin e a metros do Jardim de Luxemburgo - meu lugar favorito na cidade-luz – o Hotel alia preços razoáveis, com decoração correta e com direito até a tv de plasma na parede. A recepção mistura vários movimentos decorativos mas parece, ao menos por fotos e vídeos, que o mix funciona. Enfim, escolhi esse, pagando diárias de 110 euros. http://www.hotelagorasaintgermain.com/ 

Na volta eu conto como foi.





Buenos Aires por uma insider

28 03 2008

Por Anna Carolina Nogueira
 
Moro na Recoleta desde agosto e já tenho meus cantinhos favoritos, além dos básicos passeios pela praça do bairro – para ver que tem coisas muito mais interessantes que Evita no cemitério – e a feirinha que acontece ali nos finais de semana. Depois de gastar um monte de pesos na feirinha – com coisas que eu não precisava mas tive que ter – é uma delicinha almoçar ao lado dos muros do cemitério. Os restaurantes do Village Recoleta tem mesas do lado de fora e quando não tá muiiito frio uma taça de vinho com uma massa caem bem até quando estou sozinha – acompanhada por uma revista, claro. No Village tem cinema também, com pipoca super que aqui não se encontra em qualquer cinema.

Depois de passear pela rua Alvear é muito mais legal seguir para a Rodriguez Peña. Mais legal pra mim, que não pretendo gastar milhares de pesos na Louis Vuitton ou Hermès. Na Rodriguez Peña existem coisas mais acessíveis, e mais engordativas,  como doces e pães. Uma das minhas melhores descobertas foi a padaria Haunsbrot - sou apaixonada pelo pão de forma mixbrot e as medialunas são ótimas! Outra descoberta delicinha foi um café que fica na esquina da Callao com a Juncal e onde rolam uns cafés no estilo starbucks, rebueno.

É na Recoleta também que fica a melhor pizza que eu já comi aqui, na Piola (Libertad 1078) – pizza não é o forte da cidade. Continuando no tópico comida, porque não há nada melhor do que comer, o Sanjuanino (Posadas 1515)  tem uma empanada muy buena apesar de um serviço muy malo, mas isso é comum nessa terra.

Parando de comer um pouquinho: livraria El Ateneo, Santa Fé entre Callao e Riobamba. Achou? Sim, é uma livraria. A mais linda que já vi. Senta e pede um café enquanto admira e tira foto. Pede uma medialuna também. Do lado tem uma mega loja de cds que me parecem mais baratos que no Brasil, até porque o peso tá lá embaixo e por isso eu adoro essa loja. Pra fazer mais compras tem a Santa Fé inteira com mil lojinhas ou o Pátio Bullrich, mais fino – lá tem a Rapsódia, com roupinhas lindas para moças.

Comprou muito e deu fome de novo? O Million (Paraná 1048), é um espetáculo! Pode ir só pra beber também, se acabar com champagne bubbles!

Anninha, nossa correspondente em Buenos Aires, é estudante de mestrado em psicologia na capital argentina, tem 25 anos, carioca da gema, mas super adaptada do mundo porteño, já até beija em castellano.




Minha cozinha em Buenos Aires

24 03 2008

buenos-aires-2007-072.jpg

Um dos meus restaurantes favoritos em Buenos Aires  fica na Recoleta. É meio escondido, fica num basement de uma escola e periga você passar a noite inteira procurando o endereço sem se dar conta de que ficou rodando em torno dele por horas seguidas. O clima é bem Nova Iorque, com lounge na recepção, iluminação de velas, paredes em cimento cru, mesas comunitárias e exposições de artistas locais nas paredes. Detalhe: amou o quadro vizinho da sua mesa? Chama o gerente e pergunta quanto custa. Todas as obras estão à venda.

No meio do salão rola uma mesa de frios, saladas e coisinhas para forrar o estômago enquanto a comida não chega. De graça. Os pratos, as massas em especial, são super bem servidas e baratas. Um prato de ravioli, com recheio de espinafre e ricota, por exemplo, sai por 19 pesos. Não se esqueça de pedir para gratinar com queijo parmesão. Não sou um enólogo, mas o vinho da casa, chamado Traful, custa 9 pesos a garrafa e, posso falar? É incrível, suave e docinho, ótimo para quem não é um grande conaisseur.Enfim, o Juana não tem pratos elaborados, com cozinha fusion ou moderninha. Os pratos são clássicos, em especial massas e carnes, mas super bem preparados e o ambiente do restaurante é um charme. Vale para impressionar em uma noite romântica, para jantar com os amigos e levar os pais. Abre para o almoço e jantar. 

Juana M.     
Carlos Pellegrini 1535 
Tel: 4326-0462  
Preço: $
Coolzice: & & &
Cozinha: * *
Serviço:
# #





Plata

23 03 2008

Se formos a Buenos Aires durante as férias de julho, ou qualquer feriado prolongado, a impressão que teremos é de que  resolveram facilitar a vida dos americanos tirando a capital do Brasil do cerrado e levando para os pampas argentinos. Assim, nenhum  idiota yankee erraria mais a clássica máxima de que a capital do Brasil é Buenos Aires.

Mas como imagem nem sempre é tudo, a impressão da onipresença brasileira não corresponde às estatísticas. Deve ser implicância nossa. No ano passado cerca de 550 mil turistas brasileiros desembarcaram na Argentina, o que corresponde a somente 9% dos visitantes estrangeiros no país, de acordo com os dados oficiais do órgão de turismo dos hermanos. O primeiro lugar no ranking de visitas pertence aos europeus com quase 22%. Mas apesar do euro forte quem comanda a massa comprante na Argentina somos nós, os macaquitos. Enquanto o turista estrangeiro gasta em média U$105 os camisa-verde-amarela jogam nas caixas registradoras cerca de U$150. Culpa do peso desvalorizado em relação ao nosso anabolizado real.





Check-in

23 03 2008

Bom, apresentar-me-ei: Sou Junior de Paula, jornalista por formação, aspirante a diplomata e viajante inveterado. Costumo dizer que só sou feliz viajando, longe de casa, da rotina e observando o mundo. Neurótico-obsessivo-compulsivo com informações de viagens descobri por aí alguns blogs sensacionais que atendiam aos meus surtos psicóticos em busca de informações de viagem. Ciente de que outros seres humanos também se comportam como eu às vésperas de uma, decidi criar um espaço para compartilhar o máximo de informações sobre destinos visitados, não-visitados e sonhados. Assim, viraremos uma grande comunidade de viajantes aleatórios, trocando informações e se esbarrando pelo mundo. Vejo vocês na fila do check-in.