Foto roubada do Sabores e Olhares

O restaurante Da Casa da Táta, no Rio, é sempre uma ótima opção quando se está pelas redondezas da Gávea. Dia desses, depois de uma manhã inteira no Parque Lage, com direito a café da manhã e garrafa de champanhe por lá, resolvi voltar andando pra Ipanema e, no  meio do caminho, a fome apertou e me lembrei do Da Casa da Táta. Peguei a Marquês de São Vicente, virei na Professor Manoel Ferreira e voilá, eis que a portinha do restaurante estava bem na minha frente.

Lá dentro é tudo bem rústico, com paninhos xadrezes, mesas e piso de madeira, tudo bem pequenininho, mas bem aconchegante. A comida é do tipo feita na casa da mamãe ou da vovó, sem frescuras e com um tempero delicioso. Destaque para o feijãozinho servido aos sábados. Como eles mesmo dizem no site do restaurante: ” É uma opção para quem quer comer fora sem sair de casa.” Os pães, bolos e tortas salgadas, tudo de fabricação própria, também transformam o Da Casa numa ótima opção para o café da manhã. Mas isso é assunto pra um outro post.

Alternativa

O Líquido, um dos meus restaurantes favoritos em Ipanema, vai fechar as portas. Depois de alguns anos e muitas administrações, a atual proprietária – que é mãe do jogador Roger – resolveu que é hora de encerrar os trabalhos. Triste, pois era um lugar que vai fazer falta aqui no Rio. Dedicado aos sucos e à comida saudável, apesar das  muitas “suquerias” nos bairros, era um lugar sem frescuras, mas com foco nos detalhes. Tudo era bem charmoso, a começar pela filosofia do lugar, com produtos naturais e orgânicos. Onde vou encontrar meu smooth de abacaxi com hortelã e as dosas?

* Uma boa opção para os órfãos do Líquido é o Juice & Co, no Leblon. Os sucos são tão inventivos quanto, e os sanduíches ainda mais gostosos. Apesar do ambiente ser um pouco menos informal e os preços um pouco mais altos, o Juice & Co é um bom lugar para um lanche rápido e saudável sem ter que se apertar nos balcões das tradicionais casas de suco da cidade. Eu recomendo o sanduíche de filé mignon com barbecue, queijo e cebolas fritas no pão ciabatta.

De novo

O Viajante vai voltar

Visões do Paraíso – Uma viagem para Parintins

Em tempos de Copa do Mundo, a melhor definição para a profissão de jornalista seria bem representada pela máxima de que se trata de uma caixinha de surpresas. Em uma quarta-feira, eu estava sentado na redação do Jornal do Brasil e, no dia seguinte, às 6h, estava no aeroporto Santos Dumont, embarcando rumo a Parintins, onde rolava a 45ª edição do Festival Folclórico, que divide, com toques surrealistas, a cidade em duas cores: azul e vermelho, cores dos bois Caprichoso e Garantido. Mas até visualizar uma das festas mais bonitas que já presenciei, o caminho foi longo. Muito longo. Até Manaus foram seis horas – entre avião, espera em aeroporto e fila para decolagens. Da capital amazonense até Parintins, uma cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, a segunda maior do Amazonas, localizada no meio da Ilha de Tupinambarana, foram 18 horas de barco, Rio Negro, Solimões e Amazonas acima. No porto de Manaus, eu e todo o alto escalão da Coca-Cola Brasil, a empresa que convidou a coluna, embarcamos no Iberostar Grand Amazon, um navio de água doce, com 74 cabines, piscina, restaurantes e tudo o mais que você possa imaginar. Programação intensa durante as noites com direito a show de flauta andina e boate bombando madrugada adentro. Era o que os funcionários me disseram, porque passar a noite em uma boate no Rio Amazonas não era o meu ideal de diversão. Preferi passar parte da madrugada no deque, olhando o céu da floresta que parecia computação gráfica, tantas eram as cores, luzes… E sem falar na lua, que se o homem ainda não tivesse pisado por lá, eu juraria que era um cenário inventado por alguém que queria me impressionar.

Quando acordei, já estávamos atracando no Kuat Club, nosso ponto de apoio na cidade de Parintins, localidade que recebe cerca de 100 mil turistas no último fim de semana de junho, data na qual se celebra o Festival Folclórico. Era sexta-feira, quase hora do terceiro jogo do Brasil na Copa do Mundo, contra Portugal. A partida não valia muito, o placar também não foi lá essas coisas, mas a experiência de assistir ao jogo no meio da floresta, coração do país, me fez ser um pouco mais patriota. E olha que o ufanismo não é das minhas qualidades mais recorrentes. Realmente, há coisas que só o ‘Avatar’ faz por você. Depois do jogo, as horas se arrastavam, já que a expectativa para conferir o primeiro dia das apresentações do Caprichoso e do Garantido, no Bumbódromo, estava nas alturas. Eu já tinha decidido todo o meu amor pelo Caprichoso e, aos poucos, fui conhecendo mais sobre as peculiaridades das torcidas. Soube que o Caprichoso é o boi rico, nariz em pé, quase elitista. E o Garantido era o boi do povão, não à toa as ruas estavam cheias de bandeiras do Flamengo e camisas do time da Gávea. Tipo irmãos de povo, sabe?

Resolvi dar uma volta pela cidade para passar o tempo. O Kuat Club disponibilizava transporte até o centro da cidade, mas decidi ir caminhando, sentindo um pouco da atmosfera e procurando entender melhor como deveria ser morar e viver em uma ilha que se transforma por três dias em um teatro a céu aberto, com enredos sofisticados e cenários que fariam o belo Carnaval do Rio corar. Foi cerca de uma hora de caminhada até a praça central da cidade, onde todo mundo se reúne para dançar no meio da rua e beber, claro. Em frente à catedral, na maior paz, com vermelhos e azuis misturados, sem grandes celeumas. No caminho, descobri que o tal “flal”, anunciado em várias placas pregadas às casinhas, era sacolé. Que o tratamento de esgoto é praticamente inexistente, que muitas das casas, feitas de madeira, têm chão de terra e que todos se conhecem pelos nomes. Descobri também que a boa vontade do povo parintinense é comovente. Sempre pronto para uma palavra amiga, uma ajuda ou uma sugestão do que fazer. Sempre com o sorriso no rosto. Como se os problemas que aquelas pessoas enfrentam, e devem ser muitos, não existissem, esfregando nas nossas caras que a felicidade está nos detalhes, nas pequenas coisas. E não deve ser, de forma alguma, um fardo, como nós, muitas vezes, transformamos a busca pela felicidade. A festa, em si? Um luxo, linda, dinâmica, tradicional, repleta de encantos, emocionante e inesquecível. Mas o que não vai sair nunca mais da minha memória, mesmo, será o sorriso estampado na boca e nos olhos de cada morador de Parintins.

A festa novaiorquina

Uma das festas mais legais em NYC nos últimos tempos – leia-se não carão, quase matinê e muita, muita gente bacana – é a BlkMarket Membership. O nome é meio suntuoso e remete a uma coisa meio exclusiva, mas é só firula. É só entrar no site http://blkmarketmembership.com/ que você recebe algumas informações. Tem um email no fim da página, se apresenta, diz a que veio e eles vão te colocar na lista. Pelo menos funcionou comigo. As locações são sempre não-divulgadas e só anunciadas a quem fizer o RSVP e, em geral, são bem inusitadas. O que toca? Deep house, dubstep e minimal techno que vão se acentuando com o decorrer da festa.

O Viajante Aleatorio recomenda

Nada como gente bacana, bem-humorada e curiosa para descrever, em texto, as emoções vividas e viagens pelo mundo. Paulo Pimenta e Juliana Mattoni são dois desses tipos. O casal está em NYC e reportando tudo, quase em tempo real, sobre suas aventuras pela Big Apple. Ficou curioso? www.pimentanatela.blogspot.com

Buenos Aires por uma insider – A gripe

Por Anna Carolina Nogueira

Não se fala de outra coisa em Buenos Aires. Com tom de pavor ou de total descrédito, o assunto principal em qualquer roda é a gripe porcina – como chamamos por aqui nossa querida influenza H1N1. Lavar as mãos a cada minuto, evitar metrôs …¿usar ou não máscaras? As prateleiras da farmacity apontam a histeria coletiva: não há mais álcool em gel.

A minha opinião? Está logo acima: histeria coletiva. Mas ninguém quer saber a minha opinião, muito menos as 15 pessoas que morreram ontem. Fecharam as escolas, metade das minhas aulas foram canceladas, há cada vez mais pessoas máscaradas nas calles porteñas… realmente não é o melhor momento pra visitar a cidade, mas se eu tivesse minha passagem comprada não deixaria de vir – salvo que estivesse grávida ou não tivesse lá o melhor dos organismos. O comércio está aberto e os restaurantes também, não é todo mundo que está pirando com isso. Mas como seguro morreu de velho, talvez seja melhor deixar a boate badalada para uma ocasião em que belos argentinos de higiene duvidosa não irão tossir em cima de você. A lo mejor, não corremos o risco de fila nos restaurantes mais badalados – ainda assim, não custa fazer reserva.

Talvez na semana passada o governo estivesse muito preocupado com as eleições – dizem por aí que podem até ter escondido informações gripais para não afetar os resultados – para pensar na gripe e não esteja mesmo lidando com ela da melhor forma possível, o que me dá a impressão de que ninguém sabe quais serão os próximos capítulos e até onde o estado de emergência vai. Eu não sei se minhas aulas serão canceladas na próxima semana ou se estarei na cama com o porquinho, só sei que não conheço ninguém que tenha pegado a tal gripe por aqui. Nem mesmo conheço alguém que tenha um primo cujo vizinho pegou. Portanto, enquanto não fizerem a tal máscara em rosa pink, acho que não vou usar.

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Uma noite e meia

Eu adoro promoções de viagem e a NYC & Company, a secretaria de turismo da Big Apple, adora também. Duas vezes por anos eles promovem a temporada 3 por 2 nos principais hotéis da cidade. A ideia é que o visitante fica duas noites consecutivas em um dos oito hotéis da promoção e ganhe a terceira noite de graça. O melhor disso tudo? A seleção dos estabelecimentos que participam: do Plaza ao Waldorf Towers. A promoção só é válida para reservas para os dias entre 1º de  Julho e 07 de Setembro.

Aproveitando a onda,o  The MAve, um novo hotel-butique na Madison Avenue com a 27th Street, também proporciona uma noite grátias para quem ficar por duas. O que é melhor? As tarifas começam em 169 u$ incluindo café da manhã.

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Ronda aleatória

E uma brasileira de 18 anos que se jogou da Torre Eiffel? Leia aqui

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A Evita de Israel

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Por Ricardo Cohen Froes 

Tel Aviv é uma das cidades mais bonitas e animadas do Planeta – lembra muito a Zona Sul carioca – a noite de lá também “bomba”, no bom sentido é claro – como é uma cidade pequena, faz-se tudo praticamente a pé – as pessoas são bem educadas, solícitas, a maioria fala inglês e a cidade oferece cafés, bares e boates para todos os públicos, principalmente o GLS. 

Um dos mais famosos – e também dos mais animados – é o EVITA- tipo parada obrigatória antes da night. O som é ótimo, muita gente bonita e diversa e ainda tem um quadro enorme da musa de Péron em frente à pista de dança (cá entre nós essa homenagem tem tudo a ver). Animação certa. Mas bom lembrar que a noite em Tel Aviv começa bem tarde – lá pela 1h – depois o destino do pessoal são as festas próximas a Sheikin Street, outro point de descolados. Esqueça NY, quer diversão a noite toda vá para Israel. Não precisa de visto, basta o passaporte.

EVITA – 31, Yavne St  / Tel Aviv – Israel

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Buenos Aires por uma insider – Ensaio sobre a cegueira

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Por Anna Carolina Nogueira

Comprei minha entrada para assistir La isla desierta e fiz fila indiana enquanto o rapaz explicava que, a qualquer sinal de pânico, poderíamos gritar o nome dele, socorro ou mama (sic), e rapidamente alguém nos resgataria. Só o que eu sabia era que a peça acontecia na escuridão total, e minha audição e olfato seriam os sentidos predominantes. Alright.A fila indiana é para entrar – já sem nenhuma luz – no salão onde acontece o espetáculo. Os atores nos ajudam a encontrar nossas cadeiras e, de entrada, me impressionou a literalidade da escuridão. Não era como quando apagamos a luz do quarto e, em alguns segundos, nossos olhos se acostumam. Era cegueira completa.

Primeiro achei bastante engraçado, mas quando as risadas acabaram, deu uma certa angústia, que tampouco durou muito. A peça começa e é incrível. Os cheiros, os sons, as histórias que exercitam a imaginação… e a gente começa a querer adivinhar se o que estamos sentindo é cravo, maresia ou capim limão. Se esse conto se conta no mar ou na floresta. Se o cheiro de café vem do escritório. E quando acendem as luzes aquele salão não era nada como eu tinha imaginado, ainda que eu estivesse com meus olhos abertos o tempo todo.

A experiência é tão incrível que eu quase me emociono quando me avisam que, no mesmo Teatro de Ciegos, existe um jantar. São servidas seis tapas e vinho, em mesinhas de quatro lugares – ou seja, pessoas estranhas poderão sentar na sua mesa, o que pode ser bastante curioso quando você não enxerga as pessoas -, enquanto Luz Yacianci canta e Carlos Cabrera toca piano. Se a moça ganhou o posto por seu nome ou se é uma feliz coincidência eu não sei, só sei que o espetáculo ganhou o nome de A ciegas con Luz e vale cada um dos 80 pesos que cobra.

É super engraçado aprender onde fica sua taça de vinho – inclusive achar a boca pode ser complicado dependendo do grau de coordenação -, seu guardanapo, a cesta de pães… inclusive enfiei o dedo na minha sobremesa logo que me sentei. Mas, deixando a graça de lado, é incrível sentir o gosto de coisas que você não pode ver e trocar a experiência com as pessoas, enquanto tentamos adivinhar o que é que estamos comendo (por sorte foi uma brasileira super simpática a única estranha da minha mesa, onde estavam uma amiga e meu irmão). As comidas não são super complexas – o que ajuda os mais frescos – e tudo se come com a mão. O vinho é melhor do que os oferecidos em jantares de tango, sem dúvidas, e as músicas são conhecidas e bem bonitas.

A peça e o jantar são duas experiências completamente distintas e não me perguntem qual eu recomendo, porque eu recomendo as duas fortemente. A primeira custa 35 pesos e acontece toda sexta e sábado, às 21 e 23 horas, o jantar é aos domingos, às nove.

www.teatrociego.org 

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Ronda Aleatória

Para quem tem o sonho ou está programando uma viagem para a Amazônia, o Pimenta na tela tem feito relatos ótimos sobre os passeios e as aventuras que a selva proporciona. Vale dar uma conferida

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Georges, a melhor vista de Paris

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  Por Ricardo Cohen Fróes

Sempre que me falavam do restaurante Georges, dos irmãos Côstes, no 6º andar do Museu Pompidou como uma das melhores vistas de Paris – nunca acreditei muito, até que em dezembro resolvi conferir. Enfrentei uma pequena fila para entrar no museu, que só conhecia por fora e confesso: fiquei realmente impressionado, de lá avista-se a Torre, a basílica de Sacre-coeur, Notre Dame e todos aqueles telhados charmosos dos apartamentos – must go total! Mas dá pra evitar a fila. É só chegar na lateral do prédio onde rolam uns elevadores e falar pro mocinho que você vai para o Georges e pronto. Nada de filas e nada de multidão.

O espaço tem assinatura dos badalados Dominique Jacob e Brendan McFarlane. O restaurante é bem modernoso, a carta de vinhos é bem ampla, as comidas deliciosas (dificilmente se come mal em Paris) e o público bem cool, em geral artistas e muita gente bonita. Vá durante o dia. Atenção à escultura metálica sinuosa que domina o espaço – na verdade, um corredor de serviço. Garçons lindos – também. Os preços são pouco amigos, um jantar com vinho, para duas pessoas sai na faixa de 150 Euros – mas uma vez que está na cidade, vale a pena conferir.

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Delay

O Ministério da Saúde lançou, hoje, uma nota oficial recomendando que os brasileiros adiem suas intenções de viagem à Argentina ou ao Chile equanto a situação por lá, por conta da Gripe Suína, não apresente melhoras. O resto você pode ler aqui

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Oi

Desculpem a ausência, mas estou de volta!

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Como bom virginiano, um mini-ferro de passar roupa é item imprescindivel nas minhas malas. Odeio roupa amassada. E, por conta disso, achei genial esse ferrinho prático iventado por um Macedônio e, ao que parece, a electrolux já está comprando a patente.

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Dica de uma Insider – Mendoza

Dia 5, o último

Por Anna Carolina Nogueira

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No último dia, após tantas aventuras, decidimos nos dedicar ao que me havia levado àquela cidade in the first place: o vinho. Depois de muita pesquisa e algumas sugestões, pegamos um ônibus até Lujan de Cuyo – mini-cidade onde fica grande parte das bodegas mendoncinas – e, dali, um taxi até a bodega mais esperada, Catena Zapata – uma das bodegas mais luxo, poder e sedução da Argentina. Chegamos na hora agendada e fizemos o tour pela bodega mais rica das que visitei. É bem maior que as outras (dizem que a Salentein faz o mesmo estilo riqueza bela, mas ficava longe demais para o pouco tempo que restava), e no quesito beleza arrasa com as coleguinhas. É a minha definição de paraíso aquele vinhedo imenso unindo-se às montanhas de gelo no horizonte – um absurdo!

 O tour deles, com degustação de um Saint Felicien Malbec, não é cobrado, mas eles oferecem outras degustações especiais que vão até 60 pesos. Eu resolvi ser pheena e degustei três diferentes uvas de Angélica Zapata, pois minha curiosidade me impedia de seguir a vida sem entender a razão do malbec ser o dobro do preço dos demais. Fui de merlot, cabernet franc alta e malbec, porque o sauvignon – que na minha opinião foi o melhor dos quatro – eu já tinha provado no dia anterior. Resultado foi uma pessoa semi-bêbada ao meio dia, pegando um taxi para a próxima bodega.

GetAttachment2A bodega Carmelo Patti foi sugestão de um mendoncino, ótima sugestão. Foi o próprio Carmelo que nos recebeu e nos mostrou, muito bem humorado e orgulhoso, sua bodega boutique – como são chamadas as pequenas bodegas. Foi onde mais aprendi sobre vinhos e super recomendo a visita, a degustação foi super gostosinha e acabei levando duas garrafas do cabernet – muito bom! – de presente, autográfadas. Hora de arrumar as malas e voltar para Buenos Aires.

Minha avaliação final diz que:
 - é essencial visitar Catena Zapata e Carmelo Patti
- minha estadia no Hostel Internacional Mendoza foi bastante satisfatória e eu ficaria lá novamente sem nenhuma dúvida
 - roupa de banho é um must na hora de fazer a malinha
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Ronda aleatória

♣ Nasce um novo hit da baixa gastronomia no Rio. Ontem, eu e meus pais cariocas resolvemos conhecer o bar do Chico e da Alaíde, no comecinho da Dias Ferreira, quase Bartolomeu Mitre. Para quem não é iniciado na cultura gastônomica do botequim, Alaíde é a cozinheira responsável pela fama do Bracarense, também no Leblon. Ficou rica vendendo bolinho, chamou o amigo garçom Chico, também do bracarense, e abriram o botequinho. Uma delícia. O Pimenta na tela faz a resenha.

♣ O Governo do Acre está disposto a atrair os visitantes de Machu Pichu com o asfaltamento da Rodovia Transoceância que vai ligar Rio Branco ao litoral do Peru, passando por Cusco. Ainda faltam 260km de asfalto, mas a animação do lado acreano é grande

A Itália está em pleno processo de modernização de seus trens. A Trenitália informa que até 2011 composições novas e velocíssimas irão cruzar o país. Os trens são uma variação do famoso TGV francês e, por lá, será chamado de AVG.

♣ A última loja da Virgin nos EUA, mais especificamente a da Union Square, em NYC, fechou suas portas definitivamente no domingo. A mega cadeia especializada em música não conseguiu segurar o tranco da concorrência com as novas mídias que apareceram nos últimos anos e resolveu cortar custos. Uma pena, né?

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Vou de táxi

Quer saber quanto custa uma ida de táxi da Barra à Lapa? Ou quanto custa ir do aeroporto de Congonhas até o Ibirapuera? Ou quanto terá de desembolsar para atravessar a capital baiana? O site Tarifa de taxi faz uma estimativa para você em 12 cidades do país e ainda mostra o trajeto no mapa.

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Celebridades vão à luta

E a Mariah Carey que chegou pra passar uma semana em Londres acompanhada de nada menos que 23 malas? Os carregadores provideciaram dois containers quase para colocar toda a bagagem da diva em um caminhão. Ela, linda e loura, saiu do terminal carregando só uma bolsa preta de mão.gallery_main-mariahcarey-heathrow-05212009-10

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